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Site do boletim do MST do Rio de Janeiro

Tagged: Sem Terrinha

A região norte-fluminense organiza seu XIX Encontro Sem-terrinha, com foco na educação como direito e na alimentação saudável. por Pablo Vergara   Aproximadamente 120 crianças do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra, do Rio de Janeiro, de diversos assentamentos e acampamentos da Reforma Agrária da região norte- fluminense se reuniram durante o dia 12 de novembro […]

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O Setor de Educação do MST participa da exposição “Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas”, que será inaugurada nesta terça feira (26), no Museu de Arte do Rio. Neste dia, a entrada será gratuita. De acordo com os curadores, a mostra “lança hipóteses sobre os desafios enfrentados pela educação, pela […]

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O curso de formação para educadores infantis nasce da necessidade de termos educadores comprometidos e com habilidades pedagógicas para atuar nas cirandas infantis dos cursos dos Movimentos Sociais e nas áreas de assentamentos da Reforma Agrária.

Temos clareza que a criança do campo não pode ser um impeditivo para pais e mães estudarem, sendo assim, há uma necessidade de organizar espaços pedagógicos para que os valores das crianças sejam respeitados, potencializando a cultura do campo, bem como os valores que possibilitam a emancipação das crianças, rumo a construção da sociedade que almejamos.

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O Encontro Sem Terrinha do RJ ocorreu nos dias 12, 13 e 14 de outubro em Campos do Goytacazes e contou com a presença de aproximadamente 150 crianças de todas as regiões em que o MST atua no estado: Sul, Baixada e Norte Fluminense.

Há de 16 anos o estado do Rio de Janeiro vem realizando o Encontro Sem Terrinha, e este ano foi tratado o tema “Por Escola, Terra e Internacionalismo, Rumo ao VI Congresso do MST”.

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O MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) da Região Sul Fluminense realizou, no dia 27 de outubro, o III Encontro dos Sem Terrinhas. A atividade contou com a participação de crianças de 04 a 12 anos, oriundas dos Assentamentos: Roseli Nunes, Terra da Paz (Piraí), Vida Nova (Barra do Piraí), e dos Acampamentos: Irmã Doroti (Quatis) e Mariana Crioula (Valença).

Foi um dia de confraternização dos Sem Terrinhas e ao mesmo tempo um espaço de formação. Além das brincadeiras e apresentação do “Palhaço Alegria”, o encontro foi um espaço de formação da “criançada” que debateram a participação delas no sexto congresso nacional do MST, que se realizará em 2013.

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Durante os dias 05 e 06 de outubro de 2012, na creche comunitária, próxima ao assentamento Terra Prometida do MST em Tinguá, Nova Iguaçu, foi realizado o encontro Regional dos Sem Terrinha.

O encontro teve como tema “Sem Terrinha: Por Escola, Terra e Alimento Sem Veneno, Rumo ao VI congresso do MST”, e contou com a participação de 50 Sem Terrinhas oriundos dos assentamentos do MST e da comunidade local. Também participaram do encontro militantes do MST e oficineiros amigos do MST no Rio de Janeiro.

A realização do encontro Sem terrinha seguiu uma orientação do MST a nível nacional, que foi debater as questões do VI congresso que acontecerá em 2013 e também a solidariedade as crianças da Palestina. Além de trabalhar temas que ainda não são garantidos para as crianças do campo, como escola e educação de qualidade, a garantia de poder estarem assentadas e poder produzir alimento saudável.

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Com muita animação, festa e sorrisos de muitos Sem Terrinhas, foi inaugurado o primeiro parque infantil da região Norte do Estado do Rio de Janeiro, no acampamento Claudinha e Neinha do MST no dia 04 de agostode 2012. O parque infantil foi construído durante a escola de formação de militantes do MST, realizada no acampamento Claudinha e Neinha entre os dias 23/07 a 04/08 de 2012. Os educandos que participaram da escola tiveram dentre as diversas tarefas, a de articular e viabilizar aconstrução do parque infantil, que contou com a colaboração da comunidade e principalmente das crianças Sem Terrinha.

A proposta da construção de parque infantil nas áreas de acampamento, assentamento, escola, e no campo como um todo, é provocar um olhar para a infância nesses espaços. As crianças precisam ser vistas, cuidadas, educadas, amadas, mas principalmente ter o seu próprio espaço para criar, brincar, quebrar, construir, fazer de novo. A viabilização do parque infantil, só foi possível devido ao empenho e mobilização de todos e todas. As tarefas da construção foram divididas por equipes, enquanto uns preparavam o local, outros organizavam materiais (ferramentas, pneus, madeiras, tintas e pincéis). As crianças estavam presentes durante todo o processo, brincando e ajudando a sua maneira.

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Chegando ao local onde aconteceria o 14º Encontro Estadual dos Sem Terrinha, na Escola Técnica Estadual Agrícola Antônio Sarlo, em Campos dos Goytacazes, no norte fluminense, o clima de brincadeiras imperava. A descontração era apenas o pano de fundo daquela jornada, que não demorou nada para demonstrar a luta das crianças que não paravam de correr, cantar, dançar e jogar bola.

Sempre arrumadas em roda, conduzidas pelas equipes, elas entoavam canções e gritos de ordem que soavam como lemas de vida, em coro pela melhoria da situação no campo: “Por escola, Terra e Alimentos Sem Veneno”, era o tema do evento, único encontro destinado exclusivamente às crianças e ao debate dos ideais camponeses. A Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida esteve presente e pode aprender e ensinar valores, em uma troca que parecia não ter fim.

No domingo (9) pela manhã aconteceram as principais discussões em torno da luta contra o fechamento das escolas e os agrotóxicos. A equipe ligada à Campanha conversou com as crianças no espaço de formação; realizou um teatro sobre os males da utilização de substâncias tóxicas na produção e no consumo dos alimentos; e um debate, que definiu o que seria alimentação ideal: saudável e sem venenos. Uma das propostas levantadas foi sobre a merenda escolar. Os pequenos sugeriram que nos colégios o consumo de comida viesse de pequenos agricultores, o que reduziria a quantidade de tóxicos ingerida por eles.

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Os Sem Terrinhas participam em todo o país de atividades para cobrar escolas nos assentamentos e acampamentos.

O Dia das Crianças é um dia de luta em defesa dos direitos dos Sem Terrinhas, especialmente à educação.

As crianças participam de atividades no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Bahia e Maranhão. Até o final do mês das crianças, acontecem mobilizações em todos os estados.

No campo brasileiro, existem milhares de crianças, jovens e adultos que têm seus direitos fundamentais negados pelo Estado.

Um dado alarmante é que mais de 24 mil escolas do campo foram fechadas nos últimos oito anos, em uma realidade onde a maioria das escolas que existem estão em condições precárias.

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“Por Escola, Terra e Alimentos sem Veneno”. Esse foi o lema do 14º Encontro Estadual do Rio de Janeiro dos Sem Terrinha, em Campos dos Goytacazes, no norte fluminense, que ocorreu entre os dias 08 e 10 de outubro. As atividades foram realizadas na Escola Técnica Estadual Agrícola Antônio Sarlo, com o apoio da Fiocruz e do Instituto Federal Fluminense de Campos. Devido às dificuldades com o transporte, dois ônibus foram cancelados, diminuindo o número de crianças participantes para aproximadamente 50. Elas vieram de 4 assentamentos e acampamentos diferentes. Ao final do evento, os sem-terrinha entregaram na Câmara de Vereadores de Campos uma carta pedindo a paralisação do fechamento de escolas no campo, além de outras reivindicações do movimento.

De acordo com Bia Carvalho, da Coordenação Geral do Encontro, a escolha do local se deu em função de a região norte fluminense ter o maior índice de escolas fechadas no Estado e ser a maior base social do MST: Campos tem o maior número de assentamentos e acampamentos no Rio. Segundo ela, a ideia é realizar encontros pedagógicos, com base em 3 eixos: formação, confraternização e reivindicação, ou seja, organicidade do movimento, jogos e brincadeiras e luta. Bia explica a importância do processo de formação fora da sala de aula para a criançada, porque nesse momento há a confraternização de crianças de várias regiões discutindo descontraidamente agrotóxicos, educação no campo, e outros temas importantes.

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