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Site do boletim do MST do Rio de Janeiro

sexta-feira 11 março 2011 - Filed under Boletins

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Boletim do MST RIO — Nº 15 — De 08 a 22/03/2011

Notícias do MST Rio

Dorothy Stang presente: a luta na Serra e no Vale à sombra da ferrovia e rodovia

P1030239O Acampamento Dorothy Stang em Quatis (RJ) está marcado por cenários fortes que atravessam a vista: no pé da Serra da Mantiqueira, no Vale do Paraíba, próximo da Rodovia Dutra e à sombra da gigantesca da Ferrovia do Aço. O Vale do Paraíba apresenta um vasto cenário de terras e matas degradadas, já abandonadas no passado pela cafeicultura que continuam sendo erodidos pelo gado. O impacto deste modelo urbano-industrial não planejado e o abandono da agricultura atinge também as beiras da Serra da Mantiqueira

Acampamento Dorothy StangNesta busca e compromisso à memória de Dorothy Stang, é muito importante aglutinar a luta pela terra na terra, com a luta ecológica e de defesa das maiorias pobres. Relembrar a vida, paixão e morte de irmã Dorothy cria o espaço da mística importante, reafirma a necessidade da resistência e da cumplicidade entre as lutas da cidade, da roça e da floresta. A conquista da terra em Quatis passa também pela discussão das questões da Serra e do Vale, o enfrentamento da lógica do capital expressa na Ferrovia e na Rodovia.

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Ocupacão do BNDES: Mulheres do Campo e da Cidade na Luta Contra os Agrotóxicos

Ocupação BNDESNo dia 02/03, cerca de 300 mulheres trabalhadoras do campo e da cidade, representando mulheres dos movimentos feministas, sindicais, estudantil, partidos, movimentos populares, ocuparam a sede do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), no centro do Rio de Janeiro, para denunciar os efeitos negativos à vida humana e à natureza da utilização excessiva de agrotóxicos pelo agronegócio.

Ocupação BNDESO objetivo da mobilização foi denunciar os altos investimentos e empréstimos do BNDES aos grandes latifundiários e às transnacionais, que hoje dominam a agricultura no Brasil e se apropriam da natureza e da riqueza produzida no campo.

As Mulheres Sem Terra e da Via Campesina vêm ao longo desses anos realizando lutas contra o modelo do agronegócio no campo, por compreender que as mulheres são afetadas diretamente, sendo elas as principais responsáveis pela soberania e segurança alimentar, através da produção das hortas, pomares e pequenos animais. E ainda este modelo traz violência, opressão as mulheres e falta de perspectiva econômica para elas.

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Notícias do Rio

Moradores de Santa Cruz realizam ato contra TKCSA

Manifestação teve o apoio de pesquisadores da fiocruz. Foto: Clarice Castro.Moradores de Sepetiba e Santa Cruz se uniram a estudantes e movimentos sociais em ato contra a Companhia Siderúrgica do Atlântico (TKCSA) ligada ao grupo ThyssenKrupp, em frente ao Instituto Estadual do Ambiente (Inea) na última sexta-feira, 25. As denúncias dos moradores vão desde a contaminação das águas, o desmatamento do manguezal, a redução e comprometimento da pesca até a privatização dos rios e da Baía.

Segundo uma carta de repúdio produzida pelo movimento, as obras da empresa alteraram o sistema de drenagem do entorno de suas instalações e provoca alagamentos. O trem que chega com minério e que passa próximo a muitas residências é fonte de muito ruído e poeira. A carta afirma ainda que, segundo especialistas da Fiocruz, o material particulado emitido pode conter elementos que irritam o aparelho respiratório e que podem provocar até câncer.

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8 de Março: Dia Internacional da Mulher – Contra todas as formas de violência à mulher

No Dia Internacional da Mulher são comemorados os avanços alcançados pela mulher, como a entrada ao mercado de trabalho, a participação na política, etc. O que não costuma ser dito, é que a celebração do dia 8 de março tem uma origem bem diferente da conotação que ele ganhou nos últimos anos.

A origem do 8 de março está vinculado às reivindicações femininas por melhores condições de trabalho, por uma vida mais digna e sociedades mais justas e igualitárias. Relembra a grande onda grevista das operárias têxteis de Nova Iorque (EUA), em 1908 e 1911, em luta por redução de jornada de trabalho, salário igual e contra a intolerância patronal, além da mobilização de mulheres de muitos países pelo direito ao voto e da ação política das operárias russas que desencadearam a Revolução Russa em 1917, saindo às ruas contra a fome, a guerra e a tirania. Tendo como principais palavras de ordem eram “Pão para nossas/os filhas/os” e “Tragam nossos maridos de volta das trincheiras”.

Participem das mobilizações:

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Bloco “Se Benze Que Dá” agita a Maré no Carnaval

Foto: AF RodriguesPelo direito de ir e vir. Esse é o lema do bloco Se Benze Que Dá, que há 7 anos desfila pela conjunto de favelas das Maré. Segundo os membros do bloco, “a meta principal é conseguir desfilar por todas as comunidades da Maré, derrubando os muros e barreiras visíveis e invisíveis impostos pela violência. Loucos? Se benze que dá!”.

A concentração para o desfile começou às 15h, no museu da Maré. Por volta da 17h, os tamborins começaram a esquentar e a sair pelas ruas. Nas ruas, os carros passavam e a curiosidade era nítida. À medida em que as ruas iam se apertando, ficava mais complicado controlar os vai-e-vem de carros e motos. Alguns motoristas passavam de cara amarrada e acelarando, outros mais amáveis, acenando. Com cartazes dizendo “Vem pra rua morador”, “Muro não”, “Muro é o caralho, “Exigimos respeito às favelas” e “Se benze que dá”, o bloco foi aos poucos ganhando as ruas da Maré e também seus moradores.

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Bloco Comuna Que Pariu homenageia o MST

Bloco Comuna Que Pariu homenageia o MSTCom o samba Somos Todos Sem Terra, o bloco Comuna Que Pariu homenageou o MST e realizou sua apresentação na tarde do dia 6, domingo de carnaval. O bloco é formado por militantes do PCB e organizado pela UJC.

Além da presença de diversos militantes, este ano o bloco contou com a presença dos/as educando/as do MST do curso de Serviço Social da UFRJ. Bloco do tipo “concentra mas não sai” animou a militância que se fez presente em frente à ocupação do Manoel Congo, do MNLM, na Rua Alcindo Guanabara, Centro do Rio.

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Notícias Internacionais e da Via Campesina

Jornada das Mulheres da Via Campesina agita o Brasil na luta contra agrotóxicos e contra a violência

Foto Luta das Mulheres- Nacional- SP Nós mulheres da Via Campesina, na Jornada Nacional de Luta das Mulheres – 2011 estivemos nas ruas junto com mulheres da Cidade para denunciar a extrema gravidade da situação do campo brasileiro. Queremos reafirmar com nossa luta que não nos subordinaremos ao modelo capitalista e patriarcal de sociedade, concentrador de poder, de terras e de riquezas.

A pobreza tem cara de mulher. No Brasil são as mulheres e as crianças pobres que mais sofrem as consequências desse modelo devastador do meio ambiente e dos direitos sociais.

Veja como foram as manifestações pelo Brasil.

Protesto das mulheres na Aracruz completa 5 anos

Protesto das mulheres na Aracruz completa 5 anosNa madrugada do dia 8 de março de 2006, 1.800 mulheres da Via Campesina realizaram uma das maiores ações contra o monocultivo de eucalipto no Rio Grande do Sul. Organizadas, as mulheres ocuparam o viveiro hortoflorestal da Aracruz Celulose, em Barra do Ribeiro, município que fica a cerca de duas horas de Porto Alegre. Na ação, elas destruíram estufas e bandejas de mudas de eucalipto.

A repercussão do protesto ampliou o debate sobre a monocultura de eucalipto e chamou a atenção da sociedade sobre os malefícios sociais, ambientais e econômicos desse tipo de cultura.

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Expediente

Boletim MST Rio

2011-03-11  »  alantygel

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