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Tag: saúde

Começou neste mês de maio, no Rio de Janeiro, o Mestrado Profissional em Trabalho Saúde, Ambiente e Movimentos Sociais, na Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP- Fiocruz). Esse mestrado nasceu de uma reivindicação dos movimentos sociais do campo, em especial do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), Via Campesina e Campanha Nacional Permanente contra os […]

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Em abril de 2013 se inciou um projeto de parceria entre o MST e dois diretórios acadêmicos de medicina: o CASAAF/UERJ e o DABT/ UFF.

O objetivo é de vivenciar as condições gerais e de saúde da população, realizando conversas e vivências dos estudantes com áreas que normalmente estão à margem da assistência não só em saúde, mas de diferentes políticas públicas. A formação dos profissionais de saúde tem o desafio de atender a população em suas reais necessidades, formar não só para o atendimento, mas também na prevenção de doenças e pensar em territórios saudáveis.

Por isso o MST compreende a importância desse projeto para a melhoria da saúde da população, principalmente no campo. Foram realizados vários debates no CASAAF, abertos a estudantes de diferentes cursos da área de saúde, e foram debatidos e estudados temas como os determinantes sociais em saúde, vigilância em saúde, movimentos sociais, Sistema Único de Saúde, agrotóxicos e a luta do MST.

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No dia 9 de abril o Fórum de Saúde do Rio de Janeiro realizará um grande ato em defesa de nossa saúde. De forma alegre e descontraída, com teatro, música e muito mais, vamos mostrar a todos que a saúde que queremos não é esta que nos tem sido oferecida, porque SAÚDE NÃO É MERCADORIA!

VENHA VOCÊ TAMBÉM PARTICIPAR E DEFENDER A SAÚDE PÚBLICA COM QUALIDADE!!! VEM!

A Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos estará presente, marcando os dois anos do lançamento da campanha e ressaltando o males dos venenos na saúde do trabalhador rural.

Dia: 9 de abril
Hora: 15h
Local: Buraco do Lume, centro do Rio de Janeiro

Uma das práticas mais usadas nas áreas da reforma agrária em busca de cura de diferentes enfermidades é o uso das plantas medicinais. Muitas vezes estas ervas estão ali mesmo no território, esperando somente a colheita e manuseio para serem utilizadas. Esse conhecimento, que emana sabedoria histórica com a correlação com a natureza, é constantemente estimulado pelo Setor de Saúde do MST no Rio de Janeiro.

Na Feira da Reforma Agrária, que será realizada nos dia 10 e 11 de dezembro no Largo da Carioca, serão comercializados produtos fitoterápicos que são produzidos por pessoas que compõem o Setor de Saúde no estado, a partir do uso de plantas medicinais sem agrotóxicos. Esta prática visa a produção coletiva, a troca de saberes e o compromisso com estudos sobre as plantas usadas.

Servidores e usuários do Hospital Central do Iaserj, na Cruz Vermelha, denunciam o que classificam de “enganação” orquestrada pelo governo do Estado, que, no dia 6 de agosto, desativou o ambulatório da unidade, orientando os pacientes para que fossem “atendidos” no Iaserj Maracanã. O problema, segundo servidores, é que não há condições mínimas de atendimento no Iaserj Maracanã, onde as salas são pequenas e apertadas para o funcionamento de vários setores, como Odontologia e Centro de Tratamento de Feridas (Cetafe), entre outros.

“Os pacientes continuam indo ao Maracanã e retornando exatamente porque ali não há estrutura de funcionamento. As salas são inadequadas. É inaceitável o que o governo do estado está fazendo com esses pacientes”, disse o representante do Sindsprev-RJ, Edilson Mariano Gonçalves.

No dia 5/08, véspera da desativação do ambulatório, equipamentos do ambulatório do Hospital do Iaserj haviam sido levados por mais de uma dezena de homens não identificados, sob suposto comando de um oficial do Corpo de Bombeiros, sem que os devidos trâmites legais e administrativos tivessem sido cumpridos. A operação foi iniciada pela manhã e concluída sob protestos por volta das 14 horas daquele domingo.

Durante a Cúpula dos Povos foi idealizado um espaço de cuidado em saúde para os 3000 representantes da Via Campesina que estavam alojados no Sambódromo, no Rio de Janeiro. No mesmo local, outras 7000 pessoas de outros movimentos sociais como os indígenas, movimento estudantil, movimento negro e outros também acampavam. A organização do espaço “Cantinho da Saúde” se iniciou no dia 16/06, sendo este montado com alguns materiais e equipamentos comprados e outros doados pelo Programa de Práticas integrativas da prefeitura do estado do RJ.

O espaço foi composto por alguns ambientes: recepção, sala dos medicamentos, sala de curativos, sala de massagem e acupuntura, espaço para repouso e um local para a alimentação da equipe e das pessoas que necessitavam de dieta diferenciada. O trabalho foi iniciado com poucas pessoas, mas com a chegada das delegações no dia 17, o número de cuidadores e cuidadoras chegou a 36, entre eles 4 médicos militantes.

No dia 4 de maio, os alunos do Curso Técnico de Gerência em Saúde, da Escola Politécnica da Fiocruz (EPSJV), tiveram uma aula diferente. O assunto abordado foi Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra, na disciplina Trabalho Integrado, Participação Social e Saúde. Na ocasião, os estudantes puderam refletir sobre o processo histórico que deu origem ao MST, culminando com a reflexão sobre a questão da reforma agrária no Brasil e sua relação com a saúde.

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O setor de saúde do MST Rio produziu uma nova leva de fitoterápicos. No dia 15 de março, foi feita a primeira coleta das plantas medicinais no assentamento Roseli Nunes para elaboração das tinturas. No dia 31 de março a produção foi concluída no Assentamento Roseli Nunes, em Piraí/RJ.

A produção desses materiais acontece sempre como uma oficina. Ela visa o resgate da própria cultura popular sobre ervas medicinais, como também a reapropriação das técnicas de manuseio e preparo das ervas. A elaboração de produtos naturais como fitocosméticos e fitoterápicos, à base de ervas medicinais, não utiliza agrotóxicos e auxilia na autosutentação dos acampados e assentados, assim como na manutenção do próprio setor de saúde.

Há quatro anos, em 2006, começou a primeira turma do Curso de Práticas Alternativas em Saúde, realizado para os acampados e assentados da reforma agrária do Rio de Janeiro.

Estamos chegando agora ao término da Terceira turma do curso de Saúde, que começou em 2009. Dentre os temas abordados no curso está a Agroecologia, assim como a Medicina Tradicional Chinesa (que envolve Acupuntura, Moxabustão, Automassagens, Ti Kum, Shiatsu, Meditação), Fitoterapia, Saúde da Mulher, Saúde da Criança, Primeiros Socorros e Políticas em Saúde. Sua elaboração foi fruto de uma parceria com a ASBAMTHO (Associação SinoBrasileira de Acupuntura, Moxabustão e Terapias Holísticas), Pastoral da Saúde e outros amigos.

Uma manifestação em defesa do Sistema Único de Saúde (SUS) e pelo fim da mercantilização da Saúde foi realizada em frente à Câmara do Rio de Janeiro nesta terça-feira (10). Cerca de 300 pessoas participaram do protesto.

Integrantes da Campanha contra os Agrotóxicos e pela Vida levaram reflexões sobre a Saúde no campo. Ivi Tavares, médica do setor de saúde do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) afirma que eles podem causar câncer, problemas hormonais, depressão, entre outras doenças nos trabalhadores rurais, mas também nos consumidores dos alimentos contaminados.